e o amor injustamente crucificado por ambas.
Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo.
Qualquer amor merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele,
somos nós.